Minha mão me apunhala, minha perna me tropeça,
Minha mente me engana, mas meu coração me segue,
Amor maior que senti ao abrir minha terra, e fazer dessa gente minha parentela,
Em meu útero, a miscigenação, foi gerada,
Antes, filhos índios meus, que me acarinhavam,
Quantas traços coloridos em mim há, de tudo “quanté” canto vieram a me namorar,
Mas hoje como dito, revelo, um câncer há, em mim há, digo: sofro, choro, gemo.
Ele vem me apunhalando, retirando dos meus, o maior tesouro…
Mas existem milhares de pessoas que eu as quero tão bem, e elas a mim.
Me ama, Me amam…choram nas ruas, nas avenidas…Choram sua manifestação…Minha indignação.
Fora todo o câncer!
Ordem e progresso é o meu lema, meus filhos companheiros. Um amor…minha Pátria,
Encontro-me em Desordem e Regresso, porém, forte para o Progresso!
Minha mente me engana, mas meu coração me segue,
Amor maior que senti ao abrir minha terra, e fazer dessa gente minha parentela,
Em meu útero, a miscigenação, foi gerada,
Antes, filhos índios meus, que me acarinhavam,
Quantas traços coloridos em mim há, de tudo “quanté” canto vieram a me namorar,
Mas hoje como dito, revelo, um câncer há, em mim há, digo: sofro, choro, gemo.
Ele vem me apunhalando, retirando dos meus, o maior tesouro…
Mas existem milhares de pessoas que eu as quero tão bem, e elas a mim.
Me ama, Me amam…choram nas ruas, nas avenidas…Choram sua manifestação…Minha indignação.
Fora todo o câncer!
Ordem e progresso é o meu lema, meus filhos companheiros. Um amor…minha Pátria,
Encontro-me em Desordem e Regresso, porém, forte para o Progresso!
Meu remédio:
_meu Povo! minha Gente!
_meu Povo! minha Gente!
#Ellen Oliveira
(PROTEGIDO POR DIREITOS AUTORAIS)









Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirPoema inspirado na história em que o Brasil vive nos tempos hoje. Trouxe a memória a nossa origem e o que somos, e ainda, de uma forma imagética o grau do sofrimento. Aproveitem! Compartilhem! Comentem!
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